16 de mar de 2010

LOKI - impressões pessoais


Pois é, depois de muito tempo, eis-me aqui.

Já faz agum tempo, sim que assisti ao Loki, documentário biográfico de Arnaldo Baptista. E todas as vezes que assisti (no total de 5...) me emocionei profundamente. Tá certo que as duas primeiras vezes que assisti foram marcadas pela emoção do momento (afinal, estava no Festival Psicodália, a poucas horas do show d'Os Mutantes...)
Mas ao assistir ao filme em casa, percebi que realmente é emocionante mesmo perceber a tragetória de um dos maiores músicos deste país que, após a glória com os Mutantes e o casamento com Rita Lee, passa por grandes traumas como as seguidas internações em hospitais psiquiátricos e a tentativa de suicídio em uma delas.

Mas a maior impressão que o filme deixa é que, apesar de tantas pedras no caminho, Arnaldo conseguiu manter sua genialidade através das artes plásticas e das composições. As imagens dos shows do retorno d'Os Mutantes são fantásticas, mas é incrível ver a alegria daquele músico ao subir num palco, seja com seu irmão, Sérgio Dias, seja em participação no show da banda de Sean Lennon (sim, o filho Dele...).

Enfim, toda a película é fantástica, emocionante e deixa uma mensagem de superação implícita. A única coisa que faz falta é aquela que talvez foi a pessoa mais importante na vida do Arnaldo Baptista...

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